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17/07/2012

Festiqueijo – Carlos Barbosa: tudo de bom num domingo frio!



Um dia frio de domingo é propício para qualquer coisa. Aliás, um dia frio, seja qual dia ele for da semana, é perfeito. E foi nesse espírito que domingo passado acordei cedinho pela manhã e me fui, juntamente com meus irmãos e sobrinho para a Festiqueijo. Infelizmente o Maza não curte muito essas empreitadas (duas horas e pouco de carro pra ir, mais duas e pouco pra voltar, fora todo o tumulto do evento), eis que ele acabou ficando em casa curtindo o frio do domingo vendo filmes. Mas eu entendo ele, cheguei fim da tarde em casa muito cansada... muito cansada sim, mas plenamente satisfeita!


Chegamos em Carlos Barbosa por volta do meio dia e de pronto percebemos que, apesar de seus 9ºC, a cidade estava bem mais fria do que Poa com seus 5ºC, claro que adorei (temperaturas de 1 dígito é o que há, melhor que isso só se for com clima nublado, com aquela chuvinha e vento junto... sim, eu adoro esse clima e não, não estou sendo irônica).




Uma foto básica para pagar mico divulgar uma das vaquinhas que estão espalhadas pela cidade nesse período da Festiqueijo.


Depois rumamos para o pavilhão onde ocorria a festa, com mais algumas vacas pelo caminho, era praticamente uma vaca e um bezerro por esquina. Meu sobrinho adorou!


Compramos nossos ingressos e vamos lá, vamos adentrar esse mundo de sabores que nos aguarda! Na entrada ganhamos uma taça de vidro do evento e um garfinho.


Se estava movimentado? Se uma foto vale por mil palavras, não preciso escrever mais nada...


À nossa direita, a primeira banca era da Casa Valduga, e eu tinha que pensar rápido: vinho ou espumante? Pois é claro, não poderia ficar mudando depois, ou correria o risco de ter que arrumar um lugar para sentar (lá dentro é proibido o uso de bancos ou banquetas) e esperar enquanto meus irmãos e meu sobrinho estariam aproveitando... hehe optei por espumante!


E gente, que espumante! O Naturelle Moscatel da Casa Valduga foi eleito (por mim) o melhor da festa, sem sombra de dúvida. Tanto que voltei à banca mais 2 vezes depois dessa.


Vai um brinde?


A segunda banca era de queijos ­– aliás, era intercalado assim, uma de bebidas e outra de queijos, uma de bebida outra de queijos... Nessa banca, do expositor O Puro Sabor do Interior, foi onde encontrei a maior variedade de delícias e sabores, claro que voltei ali tantas outras vezes.


Queijo com adobo, pesto, ervas finas, pimenta, chimichurri (ae Maza, não foi tu que disse no teu post do El Cuervo que chimichurri era vida? Perdeu então de viver um pouco mais, sorry! hehe), vinho, entre outros.


Espia o de vinho mais de perto. Estava muito saboroso. E o de chimichurri também (Maza?? hehe).


Queijo assado!! Além de iogurtes, doce de leite, beijinho e brigadeiro.


O meu preferido foi esse, queijo com casquinha de chocolate em volta... hummm


Olha mais de perto, vai.


Meu propósito era experimentar o espumante de todas as casas, e assim o fiz... hehe

Próxima parada: Vinícola Miolo! E vamos encher minha taça de novo!


Parei por aqui também, essa parte era do próprio evento, sem um expositor em especial. Tudo muito saboroso, coxinha de frango assadinha, salsichão, bolinho de queijo, pizza de queijo e de chocolate...


Polenta com queijo, na medida!


Pastel de queijo, super crocante e sequinho.


Cueca virada, bem boa.


Uma passada na Lua de Queijo, com pães de queijo bem quentinhos, do simples aos temperados. Esse era de orégano.


Ferrali Alimentos e mais queijo! Nessa tinha um queijo com nozes fantástico.


Depois de algumas taças, e antes de seguir com as próximas, fiz uma paradinha para um café.


A maior banca de exposição que havia era da Santa Clara. Está comemorando 100 anos, e os números foram feitos de queijo… hehe


Várias delícias, salames de todos os tipos.


Fondue de queijo com queijo e de queijo com chocolate.


Pernil de porco em tirinhas.


Infelizmente não tive como tirar foto de todas as bancas, eram filas e filas, em algumas acabei nem passando. Outras passei bem rápido, mas a ideia era poder mostrar um pouco das delícias que eles eferecem no evento.

Mas os espumantes experimentei todos… hehe além das duas que já citei, passei ainda por: Casa Garcia, Casa de Madeira, Casa Pedrucci, Vinícola Don Guerino, Vinícola Garibaldi, Vinícola Giacomin, Vinícola Peterlongo e Vinícola Salton. Estavam quase todos bem geladinhos, na medida, a única exceção foi a última banca que experimentei, a Peterlongo, que pelo menos da garrafa que me foi servida, estava em temperatura ambiente, sem gelo nenhum. E como já comentei que da Casa Valduga foi o meu preferido do dia, o da Pedrucci foi o que ficou mais abaixo da media.

Saímos de lá certos de que foi um ótimo investimento, 65 reais por pessoa o ingresso (30 reais para criança), aproveitamos a festa, experimentamos várias delícias, conhecemos uma nova cidade e na volta ainda pudemos apreciar a vista da serra.


O Maza já comentou certa vez, quando falou do Café do GNC, que o filme a que ele assistiu mais vezes no cinema foi Cisne Negro, com 5 sessões. Agora vamos falar do filme que é o meu recorde de sessões de cinema. Estou falando de O Segredo de Brokeback Mountain, que tive 6 sessões.


O longa, baseado no conto de Annie Proulx, retrata a linda história de amor de Jack Twist (Jake Gyllenhaal) e Ennis Del Mar (Heath Ledger). Dois jovens peões que se conhecem e descobrem o amor um pelo outro na Montanha Brokeback, em Wyoming, onde estão acampados pastoreando ovelhas. O filme acompanha a dura trajetória dos dois ao longo dos 18 anos de relacionamento. Mesmo Jack tendo se casado com Lureen (Anne Hathaway) e Ennis com Alma (Michelle Williams), os dois não conseguem deixar de viver esse amor, o que acaba sendo por vezes extremamente doloroso para ambos.

Ao ponto que Lureen vem de uma família abastada, e que Jack aos poucos vai se moldando ao seu estilo, com mais dinheiro, uma casa mais confortável e etc., Alma é uma pessoa extremamente simples, a vida dela com Ennis é difícil e com algumas privações, e para ela é inconcebível que o marido mantenha um relacionamento com outro homem.


A trilha sonora instrumental de Gustavo Santaolalla é belíssima, acompanhando cada cena com perfeição. E a direção de Ang Lee mereceu inclusive o Oscar daquele ano, mas o filme acabou perdendo a estatueta de Melhor Filme para Crash – No Limite, e há quem diga que a Academia não ousou premiar um filme que fala da história de amor entre um casal homossexual. Vai saber! Um excelente filme, que triste ou não, ao final nos deixa a pensar em sua história e em seus personagens.



De 05 a 29 de julho de 2012.

Salão Paroquial da Igreja Matriz de Carlos Barbosa – Centro – Carlos Barbosa/RS
Fone: (54) 3461 8893

2 comentários:

  1. Maravilhosos os textos de vocês. Sempre tive vontade de ir na Festiqueijo, mas nunca sabia se seria mesmo interessante. Depois de ler, a vontade aumentou. Acompanhando os textos de vocês me sinto quase uma companheira de aventuras. Adoro. Parabéns.

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  2. Huuum, q delícia !!! Se pra mim já pareceu uma delícia, pro meu namorado que é completamente maluco por queijos então... ele ia pirar em um lugar desses !! rs

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