Livraria Cultura

Pré Venda Harry Potter

10/08/2012

Djabah da ceva, dos quadros (ou fotos), dos petiscos e tudo mais.


Eu tava por ali, caminhando de bobeira no fim de tarde, sem muito rumo, aquele sol rompendo a delícia de uma tarde chuvosa e fria do dia anterior... e pensei em ir a algum bar.


Não é que eu seja só frequentador de lugar estiloso, embora tenha sim seu charme. O fato é que de vez em quando a gente quer mais um local tipo barzinho, mas com algo mais...






Seja com quadros espalhados pela casa...



Com o Mick Jagger com cara de piralho...


Seja com pérolas do seu Madruga...


Ou ainda para lembrar que somos velhos pacas, pois o quadro é da época que o Spielberg fazia filmes emocionantes e que prestassem e não de cavalos Highlander e melodramáticos,  quando o carinha do quadro abaixo surgiu, a gente já era nascido... telefone casa!!


Agora como diria a camaleoa do rock brasileiro...


...se a comida não for boa... tem que ter comida boa e farta (sorry magros, esse não é o meu objetivo nessa vida, ser que nem vocês, nem esse nem ser meio termo, favor não insistir)!

Assim é o Djabah, local que fomos com cupom de compra coletiva que nos dava direito a 4 chopp’s e mais iscas de frango (bolinhas de frango) cobertas por 4 queijos. Vambora então!

Chopp bom, bem servido, nem congelando nem quente, aprovei.


Os franguinhos aos 4 queijos chegaram bem rápidos, na medida e super bem servidos. Quando perguntamos o garçom nos respondeu que era pequeno o prato, petisco para duas pessoas... cara, é pequeno o prato, mas servido além da conta.


Além disso, pedimos para acompanhar espetinho de camarão com queijo coalho... delícia! Eu preferi esse, a Lu o frango com 4 queijos.


Ainda restou algo: pedimos para embalar e ajudar a compor meu almoço do dia seguinte.


Depois, naquela coisa de comer comer, comer comer é o melhor para poder crescer provar coisas novas, pedimos para fechar a noite a banana empanada com sorvete, que consistia em banana flambada e empanada com coco, mais sorvete de creme e leve calda de chocolate. Gostei, aprovado.


Talvez aqui o único senão da noite. A casa abre 18 horas (um beijo e meu selo de qualidade para vocês todos que abrem bares e restaurantes cedo e não depois das 19h30, 20 horas), chegamos lá na faixa das 18h10, nem 18h15. No começo foi tudo muito rápido, chopp’s, petiscos. Agora o doce levou em torno de 20 a 25 minutos. Não estragou a noite, longe disso, mas... perdeu uns pontos sim.

Incluindo o cupom de compra coletiva a noite toda ficou em 60 reais (sem cupom ficaria entre 80 e 85 reais). O Djabah é um local plenamente aprovado para aquele happy hour do começo de noite, papo com amigos e assim por diante... vale uma passada no local, com toda a certeza.


Já falei aqui mais de uma vez, essa coisa dos filmes anos 80, o fascínio que tenho por eles, tanto pelos filmes em si, mas também pela infância que naquele momento eu passava. Um filme do fim dos anos 80 que tem lá seu valor e que mantém esse espírito descontraído de final de década é Sem Licença para Dirigir.


A história é simples até: garoto não consegue a carteira de motorista, mas mesmo assim curte uma noitada com amigos, carros, uma garota lindíssima e claro, altas confusões.


A trilha sonora de Jay Ferguson é intensa, funciona bem em transpor todo o clima de animação e diversão de seus protagonistas, o que mesmo se tornando em alguns momentos desnecessária, é eficiente em boa parte do filme.

E todo filme que se preze dos anos 80 sempre tinha alguma garota indefectível na trama, talvez até para tapar os furos do roteiro. E aqui não é diferente. Surgindo ao melhor estilo slow motion, Heather Graham era a garota dos sonhos de Les Anderson e não é para menos. Olhar ingênuo, boca delicada, roupas curtas e um carrão, Mercedes Lane era mais que uma linda garota, era um objeto de desejo praticamente inalcançável, o troféu para a prateleira de vitórias. E Les aos poucos vai se vendo encantado ainda assim, quase que embriagado pelas curvas impecáveis de Mercedes em seu vestido rosa (qualquer menção ou referência à Garota de Rosa Shocking não me parece mera coincidência, mas... cada um conclua o que quiser). Destaque? Se tivesse que citar apenas um, Mercedes dançando Strangers in the Night (Frank Sinatra, caso tenha ficado alguma dúvida) em cima do capô, em um morro deserto, com um ângulo de câmera baixo, mostrando apenas as pernas da jovem loira e enfim... para mim, se o filme acabasse ali, seria vitória.


Sem Licença para Dirigir, mesmo tendo lá suas falhas, ainda funciona como uma boa diversão, mesmo que datado em alguns anos. No fim das contas, entre mortos e feridos e carros destruídos salvam-se todos. E por falar nisso, quem precisa de uma BMW aos pedaços quando se tem uma Mercedes em carne e osso e quiçá, puro desejo? Não precisaria de mais nada, simples assim.


Av. Cel. Lucas de Oliveira, 1720 – Petrópolis – Porto Alegre/RS
Fone: (51) 3094 6115

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