Livraria Cultura

Pré Venda Harry Potter

11/09/2012

Don Francesco, do pastel à a la minuta.


Há tempo não retornava na Don Francesco da São Pedro (quase com a Benjamin Constant), um local que aos poucos vai se firmando com a combinação de pastel-comida-de-tudo-um-pouco-bom-preço. Dessa vez retornamos um pouquinho (mas só um pouquinho) com aquele espírito de ‘comer como se não houvesse amanhã’. E não nos decepcionamos.


Do ambiente não tem muito o que dizer, várias mesas espalhadas e próximas, alguns ar condicionados, uma televisão passando as notícias do plim-plim e assim por diante.




Cardápio simples e objetivo.


E claro, os guardanapos do tipo ‘pegue 23043 unidades e se limpe com eles‘ não poderia faltar.


Dessa vez arrancamos com o ponto que para mim ele ficou marcado, ao menos no início, os pastéis.



Eu fui de coração, muito gostoso, dificilmente erro nessa escolha aqui (me perdi nas fotos e ficaram um pouco sem foco, sorry leitores).


A Luciana por sua vez optou por estrogonofe, com ela a palavra!

“O de estrogonofe estava bem recheado e saboroso, champignons e carne na medida“.


Mas, como eu já disse lá no início, a vontade era de começar a noite comendo bem, à beça diria alguns (comendo demais pela noite? Me julguem, não fico chateado). Pensei: vamos pedir uma à la minuta. Pensei ainda: não é que a grana esteja curta, mas a minuta com carne é mais barata que a de frango, vou na primeira hoje pois... o que economizei na escolha me sobrou para pedir que viesse acebolada...GLUTÃO COMEMORA!

E chega a salada, para enganar um pouco... mas confesso, já gostei.


E arroz (e ao lado umas cebolas estilo papagaio de pirata, querendo roubar a cena)...


...e as amarelinhas mais lindas que existem, provavelmente o nome composto mais glorioso da culinária (batata frita, SUA LINDA!).


Ovos (pois como vivem dizendo o pessoal dos Destemperados, ovo é vida).


Até feijão que não sou chegado devo afirmar, o da Don Francesco é dos melhores da cidade!


E os bifes!


E aqui, a visão completa... olhos marejados, fácil fácil fico assim ao observar esse aspecto todo, parecem que conversam conosco e pedem: nos devorem, agora!


Comemos bem, mas como alguém disse, precisamos maneirar na refeição... amigo, embala pra levar e fecha a conta...


Curiosos que somos (na real já tivemos problemas em alguns restaurantes, de pedir para embalar tudo e sentir que depois faltava algo... malditos comilões escondidos! Desde então, sempre espiamos as embalagens com as sobras), abrimos o pacotinho e fomos dar uma conferida na sobrinha... eba, almoço para o dia seguinte tem, mais do que garantido e bem servido.


Tudo isso, além de duas latinhas de refrigerante, nos custaram em torno de 48 reais. Não tenho do que reclamar, tenho é que retornar ao local mais vezes!

Gosto de filmes sobre o popular, cotidiano e outros. Gosto não de comparações sem um propósito, mas um olhar do avanço ou retrocesso no ser humano. Há quem ache isso perda de tempo. Talvez seja, se mal aproveitado. O que claramente não é o caso de Família Braz: Dois Tempos.


Em Família Braz (de 2001) os diretores Arthur Fontes e Dorrit Harazin mostram a história de um casal de classe média e seus 4 filhos. Em 2011 é lançado Família Braz: Dois Tempos para verificarmos o que dos sonhos, anseios e desejos daquela família, o que de fato aconteceu, o que ficou apenas como um sonho e assim por diante.


Cada um tem sua história, um que sonhava em viajar para diversos locais fora do Brasil e que atualmente é motivador para novos funcionários de uma empresa. Outra é secretária e assim por diante. Do ponto de vista sociológico o filme retrata justamente o crescimento da classe média no Brasil, uma família que hoje tem mais bens, mais carros na garagem, uma vida mais estável.

Finalizando o filme de uma forma agridoce, o filme expõe que nem tudo ali mostrado pode terminar de maneira tão feliz e bonita como se espera de um filme. Família Braz: Dois Tempos só não pode questionado de uma coisa: de não ser um filme sincero. É um filme sincero, honesto e o final detona claramente isso.

Av. São Pedro, 1469 – São Geraldo – Porto Alegre/RS
Fone: (51) 3337 6668

4 comentários:

  1. coloquem a experiência de vocês no Tehama? aguardo!!! garçom Douglas

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    1. Com certeza a experiência no Tehama foi excelente Douglas! Quando a matéria for ao ar entraremos em contato com o restaurante, pode deixar.

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  2. Não imagino como alguém possa apreciar essa espelunca. Nunca fui tão mal atendido em uma tele entrega. O compromisso era de chegada em meia hora, demorou uma; pedi um baurú e recebi um xis completamente frio. Em contato, recebi a informação de que se desejasse o pedido correto deveria esperar outro tanto. Muita indignação!! LIXO!!!!!!!!!

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