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20/06/2013

Estrela Gaúcha – Churrascaria e Pizzaria


Certo dia recebi do meu irmão Renato um torpedo falando sobre ir a uma pizzaria pras bandas da Ipiranga e tal. Eu, já meio desconfiada, fiquei com o pé atrás, mas resolvi arriscar. Nos organizamos e fomos, eu, meu sobrinho Renan e meus irmãos Renato e Marcelo. E se tive algum arrependimento, foi de não ter conhecido o local antes, pois a Estrela Gaúcha é uma baita pizzaria. Ou churrascaria. Ou melhor, os dois, por favor!

O estacionamento é atrás da casa e bem guardado por um senhor simpático que cuida muito bem dos carros ali deixados.


Mas vamos lá porque a essa hora a fome já estava batendo. Vamos entrar?


Quem tiver crianças e quiser levá-las, elas têm lugar garantido.


O salão é bem amplo, o buffet no meio ao fundo e as mesas nas laterais.


Por falar no buffet, putz, que buffet!


Tinha de tudo um pouco.


Saladas as mais variadas...


Queijos e outras delícias.


Frutas, muitas frutas!


Alguns salgadinhos bem saborosos...


Pratos quentes de dar água na boca!



E esse Salmão à Califórnia? Divino!


Não tive como resistir e antes de começar com as pizzas precisei fazer um prato bem diversificado e super delicioso... hehe


Um não, dois!


Vai umas fritas ae?? Sim!


Uma Polar bem gelada pra acompanhar.


Nas minhas andanças ao buffet achei esse aquário a um canto, bem legal.


Mas vamos às pizzas?? Lembrando que os sabores são da mesa, não necessariamente meus... rsrs

Mussarela foi a minha primeira, totalmente aprovada e deliciosamente crocante na casquinha em cima.


Brócolis com catupiry.


Coração... huuummmmm


Alho e óleo – essa estava com muito, mas muito alho, o que eu adorei!


A de camarão não estava muito boa, o camarão estava muito cozido.


O Renato experimentou essa baianinha e aprovou, mas ficou com a boca ardendo pela pimenta... hehe eu fora!


Algumas pizzas ficaram sem foto, pois como foram meus irmãos que comeram, nem sempre eu conseguia clicar em tempo ;)

Ah, o buffet acompanha um rodízio de churrasco, mas como estávamos com cupom de compra coletiva, não tínhamos direito ao churrasco, somente ao restante.

Sobremesa? Sempre!

E espia só esse buffet.


Tudo maravilhosamente bem feito e muito saboroso.


Um clique numa doce: chocolate branco com morango.


Meu sobrinho ainda experimentou umas frutas.


Ao final, nossa conta individual ficou em 12 reais, com 10% e fora as bebidas (sem cupom de compra coletiva o rodízio, que inclui espeto corrido, fica em 32,90 e o rodízio sem o espeto, fica em 22,90).

Perto da porta de saída e ao lado do caixa, essa simpática e bem-vinda máquina de café.


E a Estrela Gaúcha é um excelente local para quem quer comer bem e com variedade. Minha única ressalva fica por conta da demora das pizzas, pois ficávamos às vezes de 10 minutos para mais aguardando um novo sabor. Ok, tínhamos o buffet, mas poderíamos ter provado mais sabores caso o tempo entre uma e outra fosse menor. O churrasco sim, víamos passar direto nas mesas. Fica a dica!

Deixo agora com vocês minha crítica postada no Fila K sobre o excelente filme Tomboy.


Um filme pode ser concebido sob várias óticas diferentes, dependendo da intenção do diretor, a fim de torná-lo, por exemplo, menos cruel – como O Menino do Pijama Listrado, em que parte dos acontecimentos são abordados pelo ponto de vista de duas crianças – ou mais suave, mais leve, como é o caso de Tomboy, em que a história também é vista pela ótica das crianças, e neste caso são elas que comandam o filme.

Árvores, sol, vento e uma criança aproveitando o momento através do teto solar do carro do pai, passado por várias ruas da cidade em direção à nova casa, pois acabam de se mudar. Laure (Zoé Héran) e sua pequena, mas nem por isso menos inteligente irmã Jeanne (Malonn Lévana) aguardam pelo nascimento do irmão, já que a mãe está grávida. A família é um tanto comum, o que desperta certa curiosidade no espectador.

Dirigido e roteirizado por Céline Sciamma, (Lírios D’Água, 2007), Tomboy acompanha a história dessas crianças de forma quase poética e um tanto ingênua, sendo os adultos meros coadjuvantes, ao ponto de durante toda a projeção não terem seus nomes citados.

Laure é uma menina de 10 anos que se veste e se porta como um garoto e, em função disso, quando conhece Lisa (Jeanne Disson) – outra menina do condomínio – essa entende Laure como um garoto, que por sua vez não se preocupa em desfazer o engano. A partir daí vemos Laure se assumindo como Mickaël (nome que ela se dá como garoto) e fazendo de tudo para se parecer com um.


O excelente roteiro de Céline é complementado pelas brilhantes atuações do elenco infantil, Zoé encarna Laure com competência e segurança, mas o destaque absoluto é para Malonn Lévana, que na pele da irmã de seis anos de Laure dá um show de inteligência e cumplicidade, principalmente no momento em que precisa livrar a irmã mais velha de uma enrascada.

Acompanhamos as ações dos protagonistas com a bela trilha sonora de Jean-Baptiste de Laubier, que pontuada da forma correta, traz ainda mais emoção às cenas. Aliado a isso, a fotografia de Crystel Fournier contribui de forma importante a manter o clima ingênuo e levemente despreocupado do filme.

Como em toda a situação em que a verdade é omitida, chega um momento em que não é mais possível continuar dessa forma. Mas, por mais que saibamos da importância de que esse “engano” seja esclarecido, e de que Laure venha a se apresentar como a menina que é, no momento em que isso se dá ficamos divididos – por mais que não seja o correto – pois da forma como acontece olhamos primeiramente pelo lado dela, de como irá lidar com tudo que acontecerá dali para adiante.


Tomboy é magnífico e trata o tema com elegância. É um filme que comove, mas que não peca pelo exagero. Não sabemos nada pelo que essas crianças passaram antes, por que se mudaram ou trocaram de escola, quais seus medos ou suas dúvidas. Mas, é este momento vivido por elas o que temos de mais belo no longa, são crianças crescendo e aprendendo a viver a vida. Passando por belas experiências e culminando em um final onde nada mais precisa ser dito, em que simples olhares nos mostram como as coisas podem ser mais simples e menos complicadas, o filme de Céline Sciamma é uma pérola que merece ter seu local de destaque no intrínseco mundo da Sétima Arte.


Obs.: Crítica postada originalmente e na íntegra em 14/01/2012 no Fila K.


Av. Getúlio Vargas, 1243 – Menino Deus – Porto Alegre/RS
Fone: (51) 3232 3203
Horário de funcionamento: Almoço – de 2ª a 6ª das 11h30 às 14h30; sábados das 11h30 às 15h e domingos das 11h30 às 15h30. Para o jantar – diariamente das 19h às 24.

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