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05/01/2016

Livros Lidos em 2015 (y otras cositas más)


Minha meta de leitura para 2015, estipulada por mim, era de 25 livros. Atingi essa meta em 31/10 ao finalizar A Garota na Teia da Aranha, livro que pensei que fosse levar bastante tempo para ler e que levei exatos 10 dias.

Li ao todo 33 livros em 2015. A maioria deles classifico como excelentes, um que outro razoável e somente 2 ruins. E um chato pra caramba.

Minha ideia era falar brevemente sobre cada livro lido, mas me falta tempo e admito, vontade. Por isso vou falar somente sobre os 2 que mais gostei, pois ficaram empatados em “melhor livro do ano”.

Mas primeiro vamos à algumas considerações:

  • 33 livros lidos = 9.185 páginas;
  • Autor mais lido: Neil Gaiman, com 7 livros;
  • Uma curiosidade: levei 168 dias para ler os 7 livros (2.441 páginas) da Saga A Fundação, de Isaac Asimov;
  • Asimov foi o segundo autor em quantidade no ano, com 6 livros;
  • Mês que mais li foi setembro com 5 livros e 1.204 páginas;
  • Um livro estranho: O Demonologista, de Andrew Pyper (ainda hoje penso que não entendi esse livro);
  • O livro mais chato do ano: As Veias Abertas da América Latina, de Eduardo Galeano;
  • Os melhores livros do ano (deu empate e não consegui me decidir por um, deles): A Menina Submersa: Memórias, de Caitlín R. Kiernan e Serena, de Ian McEwan;
  • O pior livro do ano: O Caminho do Poço das Lágrimas, de André Vianco (esse cara é fera no quesito vampiros, mas os outros livros dele...);
  • Uma “bocabertisse” daquelas: Li Condenada e Maldita sem perceber que faziam parte de uma trilogia e que Chuck Palahniuk ainda não se decidiu em lançar o terceiro livro. Só me dei conta ao final do segundo;
  • Um livro gostoso de ler: Os Filhos de Anansi, de Neil Gaiman.

Top 2 – os melhores do ano

(Seria uma injustiça um top 3 ou top 5, ou sei lá. Praticamente só li livros bons esse ano).

A Menina Submersa: Memórias, de Caitlín R. Kiernan







É um livro bem complexo, difícil de ler às vezes, talvez pelo fato de Imp, a narradora, sofrer de esquizofrenia desorganizada. É uma narrativa não linear, uma história de fantasmas, como diria Imp. É um livro fantástico, intrigante, e que num primeiro momento pode parecer estranho, o que realmente é. Mas de um jeito que prende ainda mais o leitor.











Serena, de Ian McEwan








O livro conta a vida e a trajetória de Serena, desde a infância, sua família, amigos, até ser recrutada pelo Serviço Secreto Britânico, e é aí que a história começa a se desenrolar de forma mais intrigante. Sou suspeita, adorei o livro e achei rápido de ler, mesmo com longas passagens sobre o Serviço Secreto e outros, que poderia parecer arrastado para alguns.











Mudando de saco pra mala livros pra filmes e seriados, assisti a 21 filmes em casa e a 9 no cinema, sendo 11 sessões, pois dois dos filmes vi 2 vezes. Quanto aos seriados, rapidamente, eu não costumava acompanhar, mas esse ano resolvi dar uma mudada e assisti a alguns. Foram, 211 episódios.

  • House Of Cards (3 temporadas – excelente e esperando pela 4ª!);
  • Community (5ª e 6ª temporadas, retomei depois de anos e finalizei);
  • The Strain (2ª temporada – continua fraquinho, fraquinho...);
  • Breaking Bad (série completa – a melhor série vista no ano);
  • Mr. Robot (1ª temporada);
  • Luther (série completa, já com as 4 temporadas – gostei muito);
  • The Killing (série completa – adorei, e a Sarah é doidinha de pedra rsrs);

Era isso, sem maiores metas para 2016, a não ser ler muito, tentar ver alguns filmes e dar sequência e The Wire, que vi só o piloto e tenho 5 temporadas pela frente. E depois, quem sabe mais adiante, investir em Downton Abbey (tenho preferência por séries finalizadas, odeio o “esperar pela próxima temporada”).

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